17.8.04

DEPOIS DO SARAU, O SAR�-LO I. chacal � o rei da selva
perdoem-me os animais de maior juba, mas o chacal � o rei do ver�o belorizontino. um amor, uma garcinha (!), um chuchu. super gentil. desse jeito, nem precisa de capa pra virar super-poeta. II. depois dos etc vem a ala dos penetras (bruno brum) parece que o povo gostou de n�s penetras no meio daquele mundar�u de poeta porreta. abrimos o sarau pro chacal - au au au. depois veio a senhora ana elisa ribeiro, poeta m�e das armas e do seu pequerrucho, muito gentil na leitura dos poemas alheios antes dos seus. na seq��ncia apareceu o sr. �vila, que fez desaparecer o p�blico - � um novo tipo de poeta: m�gico, mas bem diferente do sr. brossa, � sempre bom lembrar. no fim, o sr. ricardo aleixo. fiquei pensando enquanto eu via/ ouvia aquilo: quando eu crescer, quero ser igual a ele. III. tietagem - chacal, eu coloquei a ep�grafe do seu primeiro livro no meu, t�? � s� pra avisar. e ele nem brigou. at� ficou feliz. IV. tem gente que acha que � easy/ mas � hard/ fazer release (chacal) ou cagaram no release ou pra n�o dizer que falei de flores al�m de alterarem o texto e tirarem a foto, inseriram esta coisa, este corpo estranh�ssimo no release do estilingue: "A publica��o configura-se como um aut�ntico e consistente instrumento do movimento estudantil, que remete o leitor �queles foram focos de resist�ncia na ditadura militar." V. me sinto feliz/ posso dizer completamente feliz (waly e macal�) o alisson foi me ver. VI. o poeta � m�e das armas (torquato neto) a iai� t� mamando na l�ri. e ningu�m reclama.

- sobre o sarau, leiam o sr. ricardo aleixo e o site do sal�o �o �o �o.