23.7.04

E j� que este blogue tamb�m se abriu para a poesia concreta que se faz hoje no pa�s, � bom lembrar que h� diferen�as marcantes entre o poema/processo e o concretismo em literatura. Nem sempre s�o diferen�as cordiais, mas, neste espa�o, as diferen�as s�o vistas de forma criativa e/ou produtiva. E n�s a apontamos com certa dose de humor. Mem�ria BALAIO PORRET@ 0072 Rio, 9 de janeiro de 2002 POEMA/PROCESSO [] POESIA CONCRETA Garrincha [] Pel� Hermeto Paschoal [] Jo�o Gilberto Glauber Rocha [] Walter Hugo Khouri Natal / Rio / Olinda [] SP / Bras�lia / BH Rio Potengi [] Rio Tiet� Leila Diniz [] Martha Rocha Mangueira [] X-9 Fla x Flu [] Santos x Cor�nthians Jesu�no Brilhante [] Lampi�o Greg�rio de Matos [] Castro Alves Z� Limeira [] Leandro Gomes de Barros Malhada Vermelha [] Velho Barreiro Carne de sol [] Pizza Sucos do norte [] Milk-shake Caldo de cana [] Coca-cola Rapadura [] Ado�ante Aurora [] Crep�sculo C�mara Cascudo [] Gilberto Freyre P�s-tudo [] Ex-tudos Signagem [] Linguagem Processo/Significa��o [] Estrutura/Conte�do Poema: matriz e projeto [] Poesia: forma e fun��o (usurpado do brog do moacy cirne, poema/processo)