E j� que este blogue tamb�m se abriu para a poesia concreta que se faz hoje no pa�s,
� bom lembrar que h� diferen�as marcantes entre o poema/processo e o concretismo em literatura.
Nem sempre s�o diferen�as cordiais,
mas, neste espa�o, as diferen�as s�o vistas de forma criativa e/ou produtiva.
E n�s a apontamos com certa dose de humor.
Mem�ria
BALAIO PORRET@ 0072 Rio, 9 de janeiro de 2002
POEMA/PROCESSO [] POESIA CONCRETA
Garrincha [] Pel�
Hermeto Paschoal [] Jo�o Gilberto
Glauber Rocha [] Walter Hugo Khouri
Natal / Rio / Olinda [] SP / Bras�lia / BH
Rio Potengi [] Rio Tiet�
Leila Diniz [] Martha Rocha
Mangueira [] X-9
Fla x Flu [] Santos x Cor�nthians
Jesu�no Brilhante [] Lampi�o
Greg�rio de Matos [] Castro Alves
Z� Limeira [] Leandro Gomes de Barros
Malhada Vermelha [] Velho Barreiro
Carne de sol [] Pizza
Sucos do norte [] Milk-shake
Caldo de cana [] Coca-cola
Rapadura [] Ado�ante
Aurora [] Crep�sculo
C�mara Cascudo [] Gilberto Freyre
P�s-tudo [] Ex-tudos
Signagem [] Linguagem
Processo/Significa��o [] Estrutura/Conte�do
Poema: matriz e projeto [] Poesia: forma e fun��o
(usurpado do brog do moacy cirne, poema/processo)

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