12.5.04

Sinto muito. Ouvindo as m�sicas daquele show, procurando nas datas escondidas, correndo atr�s das horas, vasculhando dentro dos bolsos, das gavetas, raspando antigos manuscritos. Nenhum cheiro, nenhum resqu�cio, nenhum vest�gio. Rascunho, papel rasgado, migalhas despejadas, nada. Nem uma ponta amassada, um fragmento de coisa queimada, um peda�o de conversa ouvida atr�s da porta. Nada. Nada.